Por mais apelativo que seja não é a semana de trabalho de quatro dias que nos deve ocupar. A acessibilidade à habitação é certamente um dos mais graves em que nos devemos focar nos próximos anos.

Aquilo que é mais difícil para indivíduos, organizações e países, é distinguir o que é essencial do que é acessório. O que deve ser uma prioridade e o que deve relegado para segundo plano. Aquilo em que nos devemos focar e o que apenas nos distrai face aos objetivos que estabelecemos querer atingir. No fundo, o que vai ser mais difícil em 2023 é o que é mais difícil todos os anos.

Saber definir prioridades com realismo, orientadas e alinhadas com o que se pretende alcançar, e políticas para alcançar esse objetivo.

Publicado originalmente no Observador em 25.12.2022

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