Sem mais dinheiro no bolso, com problemas em várias áreas de serviços públicos, uma crise na habitação, e ainda problemas de corrupção, não são totalmente surpreendentes estes resultados eleitorais.
Não vale a pena perder muito tempo a pensar como passámos de um governo estável assente numa maioria absoluta para um parlamento fragmentado e com dificuldade de desempenhar as suas funções pois está dependente, em grande parte, de um partido de direita radical e anti-democrática. Foi uma peça em quatro atos com cinco atores principais, todos contribuindo para este desfecho.
Publicado originalmente no Observador em 17.03.2024
NOTA: conteúdo premium do Observador – para continuar a ler, visite aqui