Os partidos não têm vontade, alma ou ética. As pessoas nos partidos é que são responsáveis pelas suas ações ou omissões e devem ser julgadas e o seu comportamento avaliado ética, moral e judicialmente

Quando Max Weber escreveu A Ética Protestante e o Espírito do Capitalismo, era compreensível que o capitalismo vivia uma tensão permanente entre o egoísmo individual de empresas a quererem maximizar lucros e consumidores a maximizar os seus benefícios individuais por um lado, e valores éticos, com fundamentos nas grandes religiões e no pensamento humanista (…).

 

Publicado originalmente no Observador em 06.05.2018 | NOTA: conteúdo premium do Observador – para continuar a ler, visite aqui.

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