Afirmar que havendo cuidados paliativos e “testamento vital” já não é necessário a possibilidade legal da eutanásia e do suicídio assistido, não é razoável. São, como sabemos, caminhos diferentes.

Ao José Avelino Lima de Faria,

no momento da despedida

1- Cada uma e cada um deve ter o direito de viver a sua vida  com liberdade, com dignidade e com autonomia e agir de acordo com a sua vontade, desde que isso não interfira na liberdade dos outros. 

Publicado originalmente no Observador em 28.05.2018

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