Reforçar o controlo político, os soundbytes ou a acção legislativa?

Duvido de uma revisão séria do regimento que aumente a justiça e a eficácia do trabalho parlamentar, diminuindo os soundbytes e reforçando a ação legislativa, mas ao menos resolvam-se certas injustiças. A polémica em torno dos partidos com um único deputado representante (DURP), nomeadamente se devem ou não participar no debate com o primeiro-ministro surgiu porque as regras do regimento são umas (dizem não) e a decisão da conferencia de líderes (CL) para com o PAN foi outra (disse que + saber mais

A responsabilidade do PS e o pouco poder dos novos partidos

Os partidos tradicionais, cada um isoladamente, têm algum poder na aprovação de legislação. Os novos pequenos partidos têm muito pouco poder pois em raras situações serão cruciais em caso de votações. Qualquer das duas soluções políticas viáveis a partir dos resultados de 6 de Outubro tem benefícios e custos. No artigo anterior defendi, quer em benefício da estabilidade quer da clarificação política das divergências entre PS e BE, que deveria ter havido negociação entre ambos, independentemente do resultado da mesma. Publicado + saber mais

O óbito da geringonça e como Costa vai testando os seus

Este é o maior governo da nossa democracia. É também, porventura, o que tem mais juristas como ministros. Nenhuma destas características é muito recomendável. Mas esperemos que tenha visão e ambição! Publicado originalmente no Observador em 20.10.2019 NOTA: conteúdo premium do Observador – para continuar a ler, visite aqui.

Os Valores e a Responsabilidade do Voto

Ficou bem demonstrado nesta legislatura que o comportamento mais ou menos ético de cada deputado afecta a imagerm de toda a instituição. Os eleitos devem justificar a confiança de quem lhes deu o voto. Publicado originalmente no Observador em 06.10.2019 NOTA: conteúdo premium do Observador – para continuar a ler, visite aqui.

O que podemos esperar da próxima legislatura?

Os programas partidários deveriam quantificar mais as suas propostas para se tornarem credíveis. Não o fazendo está-se no domínio das boas intenções e da fé. Mas o inferno está cheio de boas intenções Aquilo que será a próxima legislatura, assumindo como todas as sondagens sugerem, que o PS ganhará as eleições, dependerá decisivamente de ter ou não ter maioria absoluta. Publicado originalmente no Observador em 22.09.2019 NOTA: conteúdo premium do Observador – para continuar a ler, visite aqui.

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