Para onde vai o sistema partidário?

Os velhos partidos só mudarão, e bem precisam, se se sentirem ameaçados. Os novos partidos são assim bem-vindos à competição política desde que inovem e respondam aos anseios dos portugueses. Publicado originalmente no Observador em 08.09.2019 NOTA: conteúdo premium do Observador – para continuar a ler, visite aqui.

As guerras comerciais e a crise que se aproxima

A única vantagem desta crise é que nas guerras comerciais todos perdem, o que é um limite para o seu agravamento. A Europa é cada vez mais necessária, mas está à procura do seu caminho. Hoje a guerra civilizada não se faz com armas faz-se com o comércio, ou a ausência dele. Os sinais da próxima crise estão aí. Não sabemos qual vai ser a sua intensidade nem quando eclodirá. Publicado originalmente no Observador em 25.08.2019 NOTA: conteúdo premium do + saber mais

Deputados e Círculos Eleitorais: Louçã contra o BE?

A reforma do sistema eleitoral pode aumentar a proporcionalidade, a justiça eleitoral e a personalização do voto. Cabe perguntar: está Louçã contra o BE? Quem teme o voto personalizado dos cidadãos? A escolha dos candidatos a deputados e a sua ordenação nas listas deu uma grande celeuma neste verão sobretudo no PSD por duas razões óbvias. A primeira é aritmética. Indicando as sondagens uma descida de votos no partido, escasseiam os lugares elegíveis. A segunda é política.  Publicado originalmente no + saber mais

O PS merece ganhar, mas não deve ter maioria absoluta

Maioria absoluta, sem estratégias políticas claras e assumidas, só poderia levar aos erros e problemas do passado das várias maiorias absolutas e a tiques autoritários na governação e na legislação. A Mamadu Mané* O que aprendemos e o que não aprendemos? O que fizemos e o que falta fazer? Cada um assumiu as suas responsabilidades? São talvez as questões mais importantes a que devemos dar resposta, seja nos incêndios seja no país. Publicado originalmente no Observador em 28.07.2019 NOTA: conteúdo + saber mais

O Estado Psicológico da Nação

O estado psicológico do país é função, em grande medida, de como cada um ajusta, ou não, as suas aspirações à realidade do país que, estando inequivocamente melhor, defronta ainda importantes desafios. Uma forma de olharmos para o estado da nação no final desta legislatura, é adoptar a perspetiva de Jeremy Bentham de que o objectivo da lei, do governo e da administração é contribuir para “a maior felicidade do maior número”. Publicado originalmente no Observador em 14.07.2019 NOTA: conteúdo + saber mais

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